quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Top 100 da FIFA


Eu vi, recentemente, uma Lista dos 100 maiores Jogadores Vivos do Mundo, que São:

Os Motores


Como eu, muitos treinadores, muitos torcedores e pessoas da área, sabem que um time tem o seu motor. o cara que leva seu time pra cima sozinho praticamente. o cara que quando chega na boca da área os zagueiros e o goleiro pensam "ferrou". um cara que serve majestosamente os companheiros tanto na frente do gol quanto do meio campo em diante. sao os verdadeiros craques de um time. o camisa 10. a referência, a lenda. é deles que eu falo agora.



Roger Milla - Atacante - Camarônes
Dono de grande técnica e famoso pela maneira como comemorava seus gols, foi um dos destaques da Copa do Mundo FIFA de 1990, na Itália, levando a Seleção Camaronesa até as quartas-de-final, fato até então inédito em copas, pois uma seleção africana até então não tinha chegado tão longe - e poderiam ter avançado mais, estando perto de bater a Inglaterra e ir às semifinais. O país já havia surpreendido na estreia, ao derrotar a Argentina, detentora do título. Milla fez quatro gols na Copa, comemorados com uma sambadinha que, segundo ele, era uma homenagem ao brasileiro Careca e à inspiração que o futebol brasileiro levara à África com as excursões do Santos de Pelé pelo continente nos anos 60.O mais lembrado deles, contra a Colômbia, em puro oportunismo: roubou a bola do folclórico goleiro René Higuita, que, fora de sua área, tentara realizar uma jogada de efeito. Foi o jogador mais velho em Copas, com 42 anos de idade. Milla entra na categoria de Craque de Copa, pois nao fez sucesso em sua carreira nos Times profissionais de onde jogou.


Lothar Matthäus - Meio-Campista - Alemão
Após iniciar a carreira nos juvenis do Herzogenaurach, debutou profissionalmente em 1979 no Borussia Mönchengladbach, um dos mais vitoriosos clubes alemães dos anos 70. Já demonstrando sua característica categoria, não tardou a ser chamado para defender a Alemanha Ocidental, nas seleções de base e na principal. Em sua primeira temporada, foi vice-campeão da Copa da UEFA. O M'Gladbach, decadente, começava uma incômoda carência de títulos.
Matthäus permaneceria no Borussia até 1984. Depois de ser vice da Copa da Alemanha, rumou justamente para o arquirrival do seu clube na década anterior: o Bayern Munique. Ali sucedeu líderes antigos, como Paul Breitner e Karl-Heinz Rummenigge. Campeão da Bundesliga logo na primeira temporada, a de 1984/85, Matthäus e o Bayern emendariam outros dois títulos seguidos na Bundes. Ganharia ainda a Copa da Alemanha em 1986 e foi vice-campeão da Copa dos Campeões da UEFA.
A temporada 1987/88 foi a primeira de Matthäus sem títulos no Bayern. Mal acostumados, torcida e dirigentes desgastaram o ídolo,que aceitou proposta do futebol italiano, transferindo-se para a Internazionale ao lado do colega de clube e Seleção Andreas Brehme.
Não demorou a se tornar um ídolo nerazzurro: em um campeonato fortíssimo com o Napoli de Diego Maradona e Careca e o Milan de Ruud Gullit, Marco van Basten e Frank Rijkaard, a Inter não era a favorita para a edição 1988/89 da Serie A.
Enquanto Milan e também a Juventus decepcionavam,a Inter manteve-se na ponta do início ao fim, liderando todas as 34 rodadas.Apenas o Napoli continuou na luta, até os milaneses garantirem o título em um confronto direto em Milão a quatro rodadas do fim.A vitória que decretou o scudetto foi de virada, 2 x 1, com Matthäus marcando o gol que garantiu a conquista,encerrando um jejum de nove anos para a Inter. Naquele ano, venceu ainda a Supercopa Italiana.
Para a temporada seguinte, enquanto o rival Milan seguia com o seu trio neerlandês (Gullit-Rijkaard-Van Basten), a Internazionale apostou em um alemão: Brehme e Matthäus receberam a companhia de Jürgen Klinsmann. Um novo título demoraria dois anos para vir: seria a Copa da UEFA de 1990/91, com Matthäus marcando, de pênalti, o primeiro gol na vitória por 2 x 0 na decisão contra a Roma. Apontado como o "Rei de Milão", foi eleito ao final daquele ano o melhor jogador do mundo pela FIFA, na primeira ocasião em que a entidade realizou a premiação.
Na Copa da Itália, Matthäus, ídolo da Internazionale, sentia-se em casa. Já havia marcado três vezes na primeira fase (dois contra a Iugoslávia e outro contra os Emirados Árabes) e sua frieza e eficiência característica foram determinantes no caminho à final: nas quartas, acertou a cobrança de pênalti que resultou no único gol da partida contra a Tchecoslováquia; nas semifinais, cobrou e acertou nova penalidade, na decisão por pênaltis contra a rival Inglaterra.
Na decisão, os alemães puderam vingar-se de outra seleção, a Argentina, que lhes venceram quatro anos antes no México. Andreas Brehme marcou de pênalti no final da partida, e Matthäus, como capitão, ergueu a Copa, marcando o tricampeonato da Alemanha Ocidental. As comemorações foram maiores pois combinaram-se com o festejado processo de reunificação do país, concluído meses depois do torneio. O título lhe valeu, entre outras premiações individuais, a Bola de Ouro da France Football como melhor jogador europeu naquele ano.
Aposentou - se e se tornou um Treinador de futebol.
Foi trazido ao Brasil pela empresa que administra sua carreira, a inglesa Stellar Group, para conhecer o escritório que ela abrira em São Paulo. No país, manifestou desejo de conhecer a estrutura de alguns clubes. Foi levado para Curitiba, onde visitou o centro de treinamento e o estádio do Atlético Paranaense. Em jantar com a diretoria do clube, foi convidado para treiná-lo pelo diretor de marketing, Mauro Holzmann, e Márcio Bittencourt, representante da Stellar, acenou com a possibilidade em meio aos risos.Matthäus então fechou com o Furacão por três milhões de reais, a serem pagos pela Stellar e pelo clube.Mais passou pouquíssimo tempo. Está Atualmente Sem Clube.

Dejan Petković
Especialista em cobranças de faltas, escanteios, lançamentos, passes e chutes precisos, Petković é reconhecido como um dos jogadores mais técnicos atuando no Brasil e um dos melhores jogadores estrangeiros que já jogaram no país. Foi o motor do Flamengo na Conquista do Pentacampeonato Brasileiro, em 2009.Deu seu grande salto ao transferir-se em 1991 para o poderoso Estrela Vermelha de Belgrado, da capital da então Iugoslávia e recém-campeão da Copa dos Campeões da UEFA, atuando por lá até 1995. Em sua primeira temporada, a de 1991/92, o clube foi campeão iugoslavo e faturou também o Mundial Interclubes, mas Petković não chegou a ter participação relevante nos dois títulos; ainda não conseguira espaço no elenco, repleto de jogadores de renome inclusive internacional, como Dejan Savićević, Darko Pančev, Siniša Mihajlović, Vladimir Jugović e Miodrag Belodedici. Após a conquista, foi contratado pelo Real Madrid por já ser considerado uma das grandes promessas europeias. O Estrela Vermelha demoraria cinco anos sem ele para ser novamente campeão nacional. Sua esperada explosão no Real, entretanto, não ocorreu. Em entrevista à Revista Oficial do Flamengo, o jogador detalhou os contratempos que teriam lhe atrapalhado no clube merengue: contratado em agosto, foi segurado por mais cinco meses pelo Estrela, que classificara para a fase preliminar da Liga dos Campeões da UEFA de 1995-96, no que seria a volta de um time iugoslavo às competições europeias após o fim das sanções da FIFA impostas ao país devido às guerras civis. Entretanto, o clube acabou eliminado e Petković só chegou ao Real em dezembro. Vinda ao Brasil: O rubro-negro baiano, em parceria com o Banco Excel,contratara também as estrelas Túlio e Bebeto. O "gringo" viera justamente para substituir Bebeto, que fora para o Botafogo, e ofuscaria Túlio, que seria negociado também naquele ano. Inicialmente, seu grande objetivo ao aceitar a proposta do Vitória, para o qual não queria vir, era jogar bem para atrair atenção europeia. Considerado até Hoje um dos Maiores jogadores Gringos que atuaram no Brasil.

Andrés Iniesta
Andrés Iniesta entrou para o FC Barcelona em setembro de 1996, quando tinha 12 anos, após destacar-se no torneio infantil de Brunete, no qual participou como jogador doAlbacete Balompié. Em pouco tempo passou a ser uma das jovens promessas das categorias inferiores do clube catalão.
Jogou durante duas temporadas no Barcelona B até que, na temporada 2002-03, estreou na equipe principal sob o comando de Louis van Gaal. Durante esta e a seguinte temporada, combinou partidas com o segundo time do clube espanhol e o principal.
Na temporada 2004-05, passou a formar parte definitivamente do plantel da equipe principal, e participou muito ativamente na conquista do título de campeão da Liga Espanhola. Apesar disso, não foi titular habitualmente na maioria das partidas sob o comando de Frank Rijkaard, e quando jogava, era costume ser o primeiro a sair na metade do segundo tempo. Depos disso, só não jogou uma partida da liga e foi, participando em 37 jogos, o jogador do elenco que foi mais ativo, juntamente a Samuel Eto'o.
Em 17 de maio de 2006, participou na final da Liga dos Campeões, liga na qual o Barcelona venceu e conquistou seu segundo título. Sua camisa inicialmente era a de número 24, porém, em 19 de junho de 2007, se outorgou com a 8, deixada por Giuly. Esta camisa ele já havia usado anteriormente nas categoraas inferiores.
Em 2010, na Copa do Mundo da África do Sul, Sendo o Motor Espanhol a Conduzir o Time e foi autor do gol que deu o título ao seu país, no segundo tempo da prorogação. Na comemoração do gol, ele mostrou uma camiseta com a seguinte mensagem: "Dani Jarque - Siempre con nosotros" em tributo ao seu amigo de seleção Daniel Jarque, que faleceu em 2009. A FIFA o elegeu como o melhor da partida.

Alejandro Mancuso
Mancuso começou sua carreira profissional no Ferro Carril Oeste, integrando posteriormente os elencos de grandes clubes argentinos, tais como o Vélez Sarsfield, Boca Juniors e Independiente.Fora da Argentina, Mancuso teve passagens pela Espanha, quando defendeu o Badajoz; e no Brasil, onde jogou no Palmeiras , Flamengo e Santa Cruz nos anos 90 ,Sendo o Motor em todos os Três Clubes.Jogando com a camisa da Seleção Argentina, Mancuso entrou em campo em 10 partidas, além de integrar o combinado dirigido por Alfio Basile que disputou a Copa do Mundo de 1994.Mancuso encerrou sua carreira jogando no Bella Vista, do Uruguai, e agora trabalha como empresário de jogadores de futebol e assistente técnico de Diego Maradona pela Seleção Argentina de Futebol. Era famoso pela sua raça,mas as vezes era desleal com os adversários.

Pelé
O Melhor Jogador de Futebol de Todos os tempos. como nao poderia ser um Motor? Depois de Pelé, a camisa 10 passou a ser vestida pelo melhor jogador do time, tanto no Brasil quanto no exterior. No time do Santos e no do Cosmos de Nova York, ele utilizava esse número por ser o meia-esquerda. Em sua estreia na Seleção Brasileira, Pelé atuou com a camisa de número 9, a camisa de número 10 ele só começou a utilizar a partir do Mundial de 1958, cuja distribuição da numeração se deu de forma aleatória por um membro da Fifa, posto que, a delegação brasileira havia deixado de fornecer aos organizadores daquele mundial a numeração dos atletas.


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