domingo, 3 de julho de 2011

Paraguai e Equador também não saem do 0

Por Ícaro (@IcaroAlysson) e Mateus Schuler (@reportermateus)


Mesmo com a musa Larissa Riquelme nas arquibancadas, o Paraguai não conseguiu vencer.

Paraguai e Equador fizeram uma partida equilibrada, movimentada, com boas chances para ambos os lados e boas defesas.

O jogo:

Com as duas equipes tentando bastante o ataque, o jogo foi muito bom no primeiro tempo. Inicialmente, quem esteve em destaque foi o Paraguai, que comandou a metade inicial da etapa. Aos 12 minutos, Estigarribia desceu pela esquerda, foi até a linha de fundo e rolou para Barreto. O volante bateu de primeira e Elizaga foi obrigado a fazer grande defesa.

Outra boa chance para o Paraguai saiu dos pés de Estigarribia, aos 18. Após o cruzamento do meia, Lucas Barrios disputou de cabeça e a bola acabou sobrando para Ortigoza, que bateu no canto, para mais uma boa defesa de Elizaga.

Depois, foi o Equador que mandou no jogo. Aos 27, Benítez fez linda jogada, saiu driblando toda a defesa paraguaia, mas, ao chegar na cara do gol, tentou também passar pelo goleiro Villar e acabou desarmado. Mais tarde, Castillo tentou de fora da área e mandou a bola muito perto da trave direita do gol paraguaio.

No segundo tempo o jogo continuou aberto e com poucas faltas. Aos 17, Estigarribia, sempre ele, cruzou na área, na cabeça de Santa Cruz, que testou firme. Eliazaga voltou a trabalhar bem e impediu que o Paraguai abrisse o placar.

Os dois treinadores ainda tentaram mexer nas equipes, Gerardo Martino pelo Paraguai colocou Haedo Valdez que melhorou um pouco o jogo para esta equipe. Porém, ao final, não conseguiram impedir que o dia fosse encerrado sem gols na Copa América. E no final, de bonito mesmo, só ficou a Larissa Riquelme.

Melhores momentos:



Ficha do Jogo: (terra esportes)

Paraguai
Villar; Piris, Paulo da Silva, Verón e Torres; Barreto (Vera), Ortigoza, Riveros e Estigarribia; Lucas Barrios (Valdez) e Santa Cruz (Zeballos)
Técnico: Gerardo Martino

Equador
Elizaga; Reasco, Araujo, Erazo e Ayoví; Valencia (Arroyo), Méndez (Quiroz), Castillo e Noboa; Benítez e Caicedo
Técnico: Reinaldo Rueda

Cartão Amarelo

Paraguai: Piris e Zeballos

Árbitro
Sergio Pezzotta (ARG)

Local
Estádio Brigadier Estanislao López, em Santa Fé (ARG)

Um falso domínio

Por Ícaro (@IcaroAlysson)

Este simpático cachorrinho foi uma das (poucas) atrações no empate do Brasil

Tinha tudo para ser uma boa estréia: torcida presente, uma semana de treinos, jogadores talentosos e um adversário teoricamente mais fraco. Pena que foi apenas teoricamente. E a seleção venezuelana se mostrou organizada, aplicada, obediente e forte na marcação. Resultado? Terminou tudo como começou.

O jogo:
No início do primeiro tempo, o Brasil começou bem. Pressionava na frente, criava jogadas trabalhadas entre os 3 atacantes: Neymar, Pato e Robinho e em contra-ataques e lançamentos também. A Venezuela não conseguia manter a posse de bola e não ofereceu grandes riscos. À partir do meio da etapa inicial, a defesa do país de Simón Bolívar rearrumada e passou a dificultar as investidas da canarinha. A nossa seleção errava passes mas ainda chegava ao ataque. Contudo, com menos perigo.

Na etapa complementar o Brasil não conseguiu repetir o êxito que obteve no primeiro tempo. A Venezuela se fechou totalmente e um jogo que não havia sido o melhor de todos na primeira parte, tornou-se fraco. A marcação brasileira foi eficiente durante todo o jogo. Os adversários não conseguiam se manter com a bola e em esporádicas passagens ao ataque não ofereciam maiores perigos. E, sem sustos, os venezuelanos confirmaram o 0x0 e foram a equipe mais feliz depois do jogo. Ao time de Mano Menezes sobraram vaias merecidas, diga-se de passagem.

A sequência:
O Brasil encara o Paraguai no sábado em Córdoba. Enquanto a Venezuela joga contra o Equador na cidade de Salta (norte da Argentina).

Veja o vídeo com os melhores momentos:



Ficha técnica: (globoesporte.com)

Com vitória simples, Colômbia assume liderança no grupo A

Por Mateus Vilar Schuler (@reportermateus)
A falta de experiência fez a diferença no primeiro tempo. Tentando conter as investidas da Colômbia, a Costa Rica exagerou na forte marcação e ficou com um jogador a menos em campo aos 27 minutos de jogo. Brenes recebeu o cartão vermelho direto após fazer falta dura no zagueiro Luis Perea.

A seleção colombiana estreou com vitória na Copa América, neste sábado, ao derrotar a Costa Rica por 1 a 0, na cidade argentina de San Salvador de Jujuy. Gustavo Adrián Ramos foi o autor do único gol da partida, aos 44 minutos do primeiro tempo.

Com a vitória, a equipe colombiana assumiu a liderança do Grupo A, com três pontos. A Costa Rica ocupa a lanterna, sem pontuar, enquanto a anfitriã Argentina e a Bolívia dividem a segunda colocação da chave, com um ponto cada. Os argentinos decepcionaram na noite de sexta-feira ao ficar no empate por 1 a 1 com os bolivianos, no jogo de abertura da competição.


Apesar do placar reduzido, a Colômbia não teve muito trabalho para superar a jovem equipe da Costa Rica. Convidada de última hora para a Copa América, para substituir o Japão, a equipe costarriquenha chegou à Argentina contando com um grupo de 17 jogadores com menos de 23 anos.
A vantagem numérica facilitou o jogo para a Colômbia, liderada por Falcão García, destaque da última temporada europeia pelo Porto. O atacante teve atuação apagada no primeiro tempo, mas acertou uma bola na trave, de cabeça, na segunda etapa. O time colombiano contava ainda com a velocidade do lateral-esquerdo Armero, ex-Palmeiras.

Melhor em campo, a Colômbia marcou o único gol da partida no final do primeiro tempo. Aos 44, Ramos recebeu grande lançamento pelo meio, invadiu a área, driblou o goleiro e mandou para as redes.

Ficha Técnica
Local: Estádio 23 de Agosto, em San Salvador de Jujuy.Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Renda e público: Não disponíveis.
Cartões amarelos: Bolívar, Zuniga, Guarín (Colômbia); Calvo, Guzmán e Madrigal (Costa Rica).
Cartão vermelho: Brenes (Costa Rica).
Gol: Gustavo Adrián Ramos, aos 44 minutos do primeiro tempo.

Colômbia

Luis Martínez; Mario Yepes, Juan Zúñiga, Luis Perea, Pablo Armero; Gustavo Bolívar, Fredy Guarín, Abel Aguilar (Hugo Rodallega), Dayro Moreno (Teófilo Gutiérrez); Gustavo Ramos e Radamel Falcão García (Elkin Soto). Técnico: Hernán Gómez.

Costa Rica

Leonel Moreira; Oscar Duarte, Johnny Acosta, Francisco Calvo, José Salvatierra; Pedro Leal, David Guzmán (José Cubero), Diego Madrigal (Josué Martínez), Heiner Mora, Randall Brenes; Joel Campbell (César Elizondo). Técnico: Ricardo La Volpe.

Mercado bastante movimentado lá fora, polêmica na Itália.

O mercado lá fora tá quente. Época de transferências em todos os países europeus. Na França, o Lyon pede que os interessados em contratar o lateral brasileiro, Michel Bastos ofereçam mais dinheiro, porque o valor anteriormente proposto foi abaixo do que realmente o jogador vale. Segundo o presidente do clube francês, Jean-Michel Aulas, nenhuma proposta recebida seria capaz de tirá-lo do clube, e se as coisas continuarem assim, o lateral brasileiro estará no Lyon no início da temporada, em Agosto. O principal clube interessando em contratar o jogador é o Juventus, da Itália, mas as negociações esfriaram depois da chegada do novo técnico a equipe, o Antonio Conte. Recentemente o lateral brasileiro afirmou ter vontade de jogar no alvinegro.
Presidente do Lyon diz que as ofertas recebidas até agora, foram abaixo do previsto.


Já em Portugal, um tablóide local afirmou que o time brasileiro e atual campeão da libertadores, o Santos,  disse "não" à proposta do Benfica, de contratar o volante Danilo. O jornal também afirmou que a diretoria do Peixe se mostra irredutível em relação a saída do jogador para o time luso. O Benfica não é o único time europeu interessado em ter o brasileiro em seu plantel, segundo jornais italianos, o Juventus quer o jogador como reforço para a temporada 2011/2012.
Jogador está bem visto pelos times europeus.


Na Itália, o que vem gerando polêmica é o possível envolvimento do zagueiro Fabio Cannavaro com a máfia italiana. Jogando atualmente nos Emirados Árabes, o jogador poderá ter que voltar a sua cidade, Nápoles, para prestar esclarecimentos a polícia. Ele teve seu nome ligado à máfia por causa de uma sociedade feita com uma outra pessoa, que supostamente faria parte do principal grupo mafioso da capital italiana.


O zagueiro italiano vem sendo investigado pela polícia por causa de um possível envolvimento com a máfia.

sábado, 2 de julho de 2011

Costa Rica espera surpreender

Por Mateus Vilar Schuler (@reportermateus)
No sábado, Colômbia e Costa Rica fazem seu jogo de estreia pela Copa América de 2011, às 15h30, em San Salvador de Jujuy. Ambos estão no Grupo A, e tem a companhia de Argentina e Bolívia, que empataram ontem. A seleção colombiana busca uma nova vida, enquanto os costa-riquenhos entram apenas para "fazer número" na competição.

A aposta para a Colômbia voltar a ser respeitada está na geração que conquistou invicto o título do Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2005. As principais esperanças da seleção colombiana para fazer um bom papel estão nos pés do trio que brilhou nesta conquista: o meio-campista Guarin e os atacantes Falcao Garcia e Rodallega.

Na história da Copa América, a Colômbia foi campeã em apenas um edição, a de 2001, justamente em seus domínios. De quebra, a seleção colombiana entrou para a história com a melhor campanha em todos os tempos da competição. Foram seis vitórias em seis jogos, com 11 gols marcados e nenhum sofrido.

A Costa Rica, por sua vez, não tinha confirmado presença no torneio até o início do ano, quando o Japão, também convidado pela Conmebol, acabou não aceitando o convite devido ao caos que se instalou no país após a catástrofe que matou milhares de pessoas no continente e afetou diretamente o dia a dia de sua população. Agora, os costa-riquenhos entraram na competição apenas para fazer número, já que entram com uma equipe sub-23, que não deve oferecer perigo a ninguém.

Colômbia: Martínez; Zúñiga, Yepes, Perea e Armero; Bolívar, Guarín e Aguilar; Moreno, Ramos e Falcao. Técnico: Hernán Darío Gómez.

Costa Rica: Leonel Moreira; Johanny Acosta, Francisco Calvo, Óscar Duarte e José Salvatierra; Pedro Leal, David Guzman, Diego Madrigal e Heiner Mora; Randall Brenes e Joel Campbell. Técnico: Ricardo La Volpe.



Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Assistentes: Francisco Mondria (CHI) e Nicolás Yegros (PAR)
4º árbitro: 
Antonio Arias (PAR)

Bolívia arranca pontos dos hermanos

Por Mateus Vilar Schuler (@reportermateus)
No primeiro tempo, a Argentina teve trabalho para furar a marcação, enquanto a Bolívia levou perigo em alguns contra-ataques. As principais jogadas do ataque argentino passaram pelos pés de Messi, que, quase sempre, arrancava driblando pelo meio da defesa até encontrar um companheiro desmarcado.



Mas faltou precisão aos jogadores argentinos na hora de finalizar. Os atacantes Tevez e Lavezzi tiveram chance de marcar o gol, sem sucesso. Até mesmo o volante Cambiasso aparece no ataque e quase abriu o placar aos 32 minutos, mas não conseguiu aproveitar o rebote do goleiro boliviano.


No intervalo, o técnico Sergio Batista resolveu deixar o time mais ofensivo, tirando Cambiasso para a entrada do meia Di Maria. Mas foi a Bolívia quem marcou o gol. Aos dois minutos, Rojas tocou de calcanhar após cobrança de escanteio e contou com falha incrível de Banega para fazer 1 a 0.


O gol assustou os argentinos. Tanto que a Bolívia teve a chance de matar o jogo aos 20 minutos, mas o atacante Marcelo Moreno desperdiçou duas grandes oportunidades seguidas, parando no goleiro Romero. Depois disso, Sergio Batista trocou de atacantes, tirando Lavezzi para a entrada de Agüero.

E a mudança deu certo. Aos 30 minutos, Agüero acertou um lindo chute e marcou um golaço. Depois do empate, a Argentina pressionou bastante. Mas Messi estava numa noite apagada e, sem brilho, não foi capaz de ajudar a seleção argentina a conseguir a virada, decepcionando o torcedor.

Mesmo jogando em casa e contando com o talento do superastro Messi, a Argentina decepcionou em sua estreia na Copa América. Na noite desta sexta-feira, na cidade de La Plata, a seleção argentina jogou mal e não passou de um empate com a Bolívia, por 1 a 1, frustrando a sua torcida.

Local
: Estádio Ciudad de La Plata, em La Plata (Argentina).
Árbitro:
 Roberto Silveira (Uruguai)

Cartões amarelos: Lavezzi, e Tevez (Argentina); Rivero, Luis Gutierrez, Flores e Jose Luis Chavez (Bolívia).
Gols: Agüero, aos 30'/2T (Argentina) e Rojas, aos 2'/2T

Argentina
Romero; Zanetti, Burdisso, Gabriel Milito e Rojo; Mascherano, Cambiasso (Di Maria) e Banega; Messi, Tevez e Lavezzi (Agüero).
Técnico: Sergio Batista.

Bolívia
Arias; Raldes, Rivero, Alvarez e Luiz Gutierrez; Robles, Flores, Campos (Arce) e Vaca (Jose Luis Chavez); Rojas (Rudy Cardozo) e Marcelo Moreno.
Técnico: Gustavo Quinteros.


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