quinta-feira, 9 de setembro de 2010

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Heitor Barros

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Pancadaria no futebol

Por Mateus Schuler


Uma partida pela Liga de Cingapura, na último dia 7, foi encerrada aos 35 minutos do segundo tempo devido a uma briga generalizada entre jogadores dos dois times. Pelo ocorrido dois jogadores foram parar no hospital devido aos ferimentos. A federação local avisou que vai analisar delicadamente as imagens e punir quem deve. No caso, se todos forem punidos, Beijing Guoan e Young Lions, não terão elenco para os próximos compromissos na competição. PS: O jogo estava 1x1.

Veja a briga abaixo:


Rogério 20 anos de São Paulo. É possível repetir?

Heitor Barros


Rogério Ceni chegou aos 20 anos defendendo o São Paulo. É o jogador que mais vezes jogou pelo São Paulo(924 jogos), goleiro que passou menos minutos sem tomar gol num brasileiro (988 minutos) e é o maior

rogério Ceni são paulo placa

artilheiro do São Paulo em todas as Libertadores (11 gols).Sem contar que é o goleiro que mais fez gols no mundo (90 gols) e Foi o único jogador sulamericano na história a entrar para uma eleição da revista france football para eleição do melhor jogador do mundo e é o jogador que jogou mais vezes um Brasileirão (403 jogos) Ufa! Mas, uma pegutinha que não quer sair da minha cabeça: Por que isso poderá não acontecer mais?

Eu gostaria que voltasse o tempo em que o jogador não jogasse futebol só por dinheiro, tivesse adimiração em um clube em que jogasse. Jogadores como Maldini no Milan (1984-2009). No caso de Maldini o pai dele (Cesare Maldini) Fez história no Milan. No Milan outro exemplo: Costacurta(1985-2007). No Real Madrid, a saída de Raúl surprendeu a todos. Raúl (1994-2010), assim como Rogério ganhou quase tudo que disputou com o Real.

No Brasil, os goleiros são geralmente quem ficam mais tempo no seu clube. Assim como Rogério, Podemos listar Marcos (No Palmeiras desde 1992), Clemer (Internacional de 2002 à 2009) Danrlei (Grêmio de 1993-2003).

Voltando a Rogério veja mais vídeos dele:

Federação Mexicana lança bola parecida com a Jabulani

Por Mateus Schuler
A bola escolhida pela federação Mexicana tem uma cor que combina muito com cujo intuito. A ideia surgiu para combater o câncer de mama no país que anda causando várias mortes por esse motivo.

Representação da "Jabulani" rosa

Dança das cadeiras no brasileirão

Por Ícaro Alysson

Falta de planejamento, falta de investimento, falta de visão no futebol... Blá Blá Blá!
São coisas que estamos acostumados a ouvir quando se fala em futebol brasileiro, mas... Não muda! Então vamos falar sobre as mudanças de técnicos que houve até agora na rodada.

1) Toninho Cecílio demitido do Vitória.

E a novela continua... Após perder a copa do brasil para o Santos, o Vitória demitiu Ricardo Silva e contratou Toninho Cecílio. Ao todo, Cecílio comandou o Rubro Negro Baiano em 9 jogos, tendo obtido 2 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Um desempenho razoavelmente bom, levando em consideração que o Vitória tem um elenco razoável. Não foi respeitado o tempo de adaptação de Toninho ao elenco, e mesmo após algumas polêmicas, penso que ele não deveria ter saído ainda. Deveriam ter dado tempo ao tempo. Agora especula-se Ricardo Gomes e Toninho Cerezo. Penso que o segundo tem mais a cara do Vitória, um clube que tem como tradição jogar sempre ofensivamente, dando muito trabalho ao adversário. Principalmente em casa.


2) Mário Sérgio demitido do Ceará.

E os resultados não vieram. Sem eles ficou mais difícil segurar a situação de Mário Sérgio no Ceará. Ao todo foram sete partidas com 1 vitória, 1 empate e 5 derrotas. Mário já foi o terceiro técnico do Ceará neste brasileirão. Primeiramente foi PC Gusmão, que trabalhou em grande forma, mas foi para o Vasco. Depois assumiu Estevam Soares, que sem muito sucesso deixou o clube. Depois veio Mário Sérgio, que não conseguiu os resultados esperados. Mas vêm aí as perguntas que não querem se calar:
* Faltou elenco ou treinador?
* Quem será o Próximo...?

O peso da camisa


Por Ícaro Alysson

Outro dia, coloquei uma camisa de um grande clube brasileiro pra lavar, no dia seguinte quando ela estava num cabide no varal, minha prima me chamou pra ver o que havia acontecido: O cabide havia se quebrado pela metade. Logo ela me disse:

-Ícaro, Acho que o cabide não aguentou o peso da camisa!

Rapidamente, tratei de retirar a camisa que já estava praticamente enxuta e abrir espaço para outras vestimentas no varal. Logo depois, me veio a idéia de criar uma crônica falando sobre o "peso da camisa", que é uma expressão usada quando se fala de um jogador que não tem uma preparação psicológica adequada e acaba não jogando aquilo que todos sabem que ele pode jogar.

Quase sempre pensamos num jogador de futebol como sendo um ser "fantástico", um super-herói preparado para todas as batalhas dentro de campo, uma pessoa sem vontades, sem sentimentos, obcecado pelo sucesso. Não! Não é assim. Um jogador de futebol é tão gente quanto a gente. Como todo ser humano, possui seus desejos, defeitos e sentimentos, tem momentos bons e momentos ruins. É nessa hora, que para uma pessoa normal, surge a psicologia para ajudar, no entanto, na vida do atleta de alto nível a presença de um(a) psicólogo(a) é extremamente recomendada, visto que o futebolista trabalha com muita pressão ao seu redor: Família, trabalho, torcida, imprensa, vida pessoal... Nem sempre o jogador consegue tomar conta de todas essas responsabilidades, chegando até a se desestabilizar emocionalmente ao menor sinal de que a situação pode sair do controle. A psicologia ajuda muito nessas horas.

Apesar disso, existem técnicos que preferem cuidar sozinhos da parte psicológica de seus jogadores. É preciso deixar claro que nem sempre os treinadores são preparados para tal atribuição, pois são profissionais da educação física, e não da psicologia. Comumente, encontramos comandantes futebolísticos que não possuem a estabilidade emocional para ter o controle de si próprios, quanto mais de um grupo de 30 jogadores. Devemos nos atualizar e romper com os ditames de ontem, principalmente no futebol brasileiro, que hoje perde de goleada em organização e modernização em relação ao futebol europeu. A psicologia no futebol é uma realidade entre as equipes verdadeiramente vencedoras. Esse é o futuro.

É preciso deixar bem claro que com essa modernização, não se pode rejeitar qualquer tipo de trabalho psicológico com o jogador desde a base até a aposentadoria, num trabalho integrado: Jogador-Psicologia-Técnico de forma a fazer o futebolista evoluir junto ao seu comandante, tornando o convívio melhor. A psicologia facilita tanto, que ajuda o técnico a conhecer melhor o seu comandado, desta forma o treinador pode criar melhores preleções, puxando pelo lado que torne o jogador mais motivado, o ajudando da melhor forma tanto dentro quanto fora de campo.


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